
Quem o conhece de fato, podendo dizer que nunca praticou ou foi uma vitima de bullying?
Bullying vem do termo inglês bully, que quer dizer ‘valentão’. É utilizado com o objeto de reprimir, intimidar e agredir (seja física ou verbalmente) outro indivíduo.
O bullying é mais conhecido (embora assim nem tanto divulgado) como violência que ocorre nas escolas, porém, podemos dizer que ele ocorre na internet (cyber bullying), no trabalho (workplace bullying) e é expresso e desenvolvido também dentro do lar.
Tanto quem pratica quanto quem recebe o bullying sofre de problemas psicológicos. O agressor o pratica porque é um meio dele ‘jogar’ suas fraquezas sobre o outro, satirizando-o e levando todos da turma a fazer o mesmo, e assim sentir-se menos fracassado em relação a si próprio. Já os receptores são, em sua maioria, pessoas quietas/tímidas, que não se abrem nem procuram muitos círculos de amizade. Por serem assim, os receptores sentem-se amedrontados em contar aos pais, professores, ou outro alguém. Esse medo pode ter duas raízes: as ameaças que lhes são feitas pelos agressores, ou o fato de serem extremamente inseguros, pensando que ninguém lhes dará apoio, já que os ‘telespectadores’ da maldade contra eles praticada não têm nenhuma reação de defesa em favor deles (os receptores).
O bullying não se trata de uma brincadeira, por isso não deve ser encorajado por ninguém. Deve ser visto pela sociedade com uma doença. Sim, uma doença! Porque não dizer que aquilo que causa mortes, distúrbios mentais, problemas psicossomáticos, entre outras conseqüências, é uma doença em si? Por querer amenizar a gravidade do fato, é que o hoje o bullying é tão desconhecido pela sociedade e, ao mesmo tempo, tão praticado principalmente, entre os jovens que se dizem ‘modernos’.
Agora, por favor, alguém me responda rápido: modernidade é você satirizar um ser humano à mesma altura que você? Modernidade é humilhar alguém só porque você tem problemas, seja em seu lar ou com você mesmo? Modernidade é não saber por limites às brincadeiras ultrajantes, e levar outros a aderirem ao mesmo comportamento inconseqüente seu? Modernidade é intimidar e reprimir alguém pelo simples fato dela não se parecer com você, ou não ser tão comunicativa como as outras pessoas?
Sinceramente? Em meu conceito, modernidade seria jovens inteligentes lutando por ideais em comum, jovens que buscam o mesmo objetivo por quererem um mundo melhor, onde eles não são levados como meros objetos pelo vento da sede de ganância que há em nossos políticos, nem mesmo enganados por meras palavras ridículas e vazias, que alguns se gabam em saber falar simplesmente porque estas são eruditas o suficiente para que a parte ‘não estudada’ da população não as compreenda.
BULLYING NÃO É LEGAL. BULLYING NÃO É ENGRAÇADO. BULLYING NÃO É CONSTRUTIVO. BULLYING NÃO É EDIFICANTE. BULLYING NÃO É NORMAL.
Faça sua parte! Não seja conivente com o bullying, não se cale ante situações de agressões física e/ou psicológica. Você pode ajudar a mudar este quadro de jovens que são oprimidos, humilhados e que acabam por se matando. Ajudará não sendo um ‘telespectador passivo’ de toda esta maldade doentia, que pode causar sequelas psicóticas e, como dito a pouco, levar até mesmo à morte!
Bullying vem do termo inglês bully, que quer dizer ‘valentão’. É utilizado com o objeto de reprimir, intimidar e agredir (seja física ou verbalmente) outro indivíduo.
O bullying é mais conhecido (embora assim nem tanto divulgado) como violência que ocorre nas escolas, porém, podemos dizer que ele ocorre na internet (cyber bullying), no trabalho (workplace bullying) e é expresso e desenvolvido também dentro do lar.
Tanto quem pratica quanto quem recebe o bullying sofre de problemas psicológicos. O agressor o pratica porque é um meio dele ‘jogar’ suas fraquezas sobre o outro, satirizando-o e levando todos da turma a fazer o mesmo, e assim sentir-se menos fracassado em relação a si próprio. Já os receptores são, em sua maioria, pessoas quietas/tímidas, que não se abrem nem procuram muitos círculos de amizade. Por serem assim, os receptores sentem-se amedrontados em contar aos pais, professores, ou outro alguém. Esse medo pode ter duas raízes: as ameaças que lhes são feitas pelos agressores, ou o fato de serem extremamente inseguros, pensando que ninguém lhes dará apoio, já que os ‘telespectadores’ da maldade contra eles praticada não têm nenhuma reação de defesa em favor deles (os receptores).
O bullying não se trata de uma brincadeira, por isso não deve ser encorajado por ninguém. Deve ser visto pela sociedade com uma doença. Sim, uma doença! Porque não dizer que aquilo que causa mortes, distúrbios mentais, problemas psicossomáticos, entre outras conseqüências, é uma doença em si? Por querer amenizar a gravidade do fato, é que o hoje o bullying é tão desconhecido pela sociedade e, ao mesmo tempo, tão praticado principalmente, entre os jovens que se dizem ‘modernos’.
Agora, por favor, alguém me responda rápido: modernidade é você satirizar um ser humano à mesma altura que você? Modernidade é humilhar alguém só porque você tem problemas, seja em seu lar ou com você mesmo? Modernidade é não saber por limites às brincadeiras ultrajantes, e levar outros a aderirem ao mesmo comportamento inconseqüente seu? Modernidade é intimidar e reprimir alguém pelo simples fato dela não se parecer com você, ou não ser tão comunicativa como as outras pessoas?
Sinceramente? Em meu conceito, modernidade seria jovens inteligentes lutando por ideais em comum, jovens que buscam o mesmo objetivo por quererem um mundo melhor, onde eles não são levados como meros objetos pelo vento da sede de ganância que há em nossos políticos, nem mesmo enganados por meras palavras ridículas e vazias, que alguns se gabam em saber falar simplesmente porque estas são eruditas o suficiente para que a parte ‘não estudada’ da população não as compreenda.
BULLYING NÃO É LEGAL. BULLYING NÃO É ENGRAÇADO. BULLYING NÃO É CONSTRUTIVO. BULLYING NÃO É EDIFICANTE. BULLYING NÃO É NORMAL.
Faça sua parte! Não seja conivente com o bullying, não se cale ante situações de agressões física e/ou psicológica. Você pode ajudar a mudar este quadro de jovens que são oprimidos, humilhados e que acabam por se matando. Ajudará não sendo um ‘telespectador passivo’ de toda esta maldade doentia, que pode causar sequelas psicóticas e, como dito a pouco, levar até mesmo à morte!

